Às 18h, terá lugar a inauguração da exposição “A Pedreira no Lavadouro”, no Lavadouro de Vila Viçosa. Esta exposição resulta de um processo de co-criação entre a artista Renata Bueno e os trabalhadores de uma pedreira no Alentejo ao longo dos últimos três anos, propondo uma reflexão visual e poética sobre o trabalho e o território. A mostra estará patente até 29 de agosto e constitui uma oportunidade de fruição artística num espaço comunitário de Vila Viçosa, um antigo Lavadouro, agora, centro de arte. 

Ainda no mesmo dia, pelas 15h (Portugal) / 11h (Brasil), decorrerá a oficina aberta “Nem sempre se tem a voltagem das coisas”, conduzida pelo poeta e artista Rui Dias Monteiro, na Pó de Vir a Ser, antigo Matadouro de Évora. Esta sessão, à semelhança das anteriores, será realizada em formato presencial e simultaneamente online, permitindo a participação à distância de quem assim o desejar.

Ambas têm entrada livre

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Casa sem Telhado

Nem sempre se tem a voltagem das coisas, com Rui Dias Monteiro
27 de junho  

15h (PT) /  11h (BR)
Online / Presencial na Pó de Vir a Ser – Entrada livre
Link Zoom 
aqui

Casa sem Telhado é uma partilha de práticas artísticas em formato híbrido – online e presencial. Aproxima artistas e arte educadores do brasil e de portugal com recurso a meios telemáticos ao longo de oito sessões: os artistas convidados apresentam o seu trabalho, percurso e partilham um enunciado artístico para uma audiência que se junta presencialmente nos dois lados do oceano ou online.  Uma casa comum, sem telhado.

Nem sempre se tem a voltagem das coisas:
Inspirado nos ensaios de escrita e mini contos de Lydia Davis, passando por Adília Lopes, Herberto Helder e Ana Hatherly, este encontro híbrido (presencial e virtual) na Pó de Vir a Ser propõe-se a funcionar como oficina de escrita e leitura, culminando na partilha de imagens poéticas impossíveis que voem.

Rui Dias Monteiro (Castelo Branco, 1987) é artista visual, intérprete e poeta. Vive em Lisboa desde 2005. Passou por São Paulo entre 2017 e 2019. Tem exposto e publicado desde 2006. Trabalha desde 2014 com Mediação Cultural, tendo passado pelo MAAT, Museu da Carris e Biblioteca de Alcântara. Colabora regularmente com a Culturgest e associações culturais, como a Terceira Pessoa, Pó de Vir a Ser e Aderno.

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A Pedreira no Lavadouro

Exposição, Lavadouro de Vila Viçosa
27 de junho a 29 de agosto

Inauguração 27 de junho, às 18 horas

No antigo lavadouro de Vila Viçosa, uma instalação habita uma pedreira de mármore, reinventando patamares, ferramentas e os ritmos do quotidiano de trabalho. Pelos olhos, pelas mãos, pelos pés e, sobretudo, pelo coração de dez homens que, nos últimos anos, se permitiram dialogar com uma artista. Entre pedras e camadas de tempo, juntos germinaram um emancipar.

A Pedreira no Lavadouro é uma aproximação sensível ao trabalho que Renata Bueno e os operacionais de uma pedreira localizada em Vila Viçosa têm desenvolvido ao longo dos últimos anos. Expõe os processos entre si partilhados na Pedreira, e os modos de como a dureza da pedra se pode transformar em matéria criativa, pela mão coletiva. A habitação conjunta na pedreira resultaram em dispositivos mediais distintos, como esculturas, vídeos-performances e fotografias que dialogam com o espaço específico do Lavadouro.

Fonte: Nota de Imprensa / Pó de Vir a Ser
Fotos: Paula Freitas e Renata Bueno

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