O Grupo Desportivo e Recreativo André de Resende (GDRAR) vive um dos momentos mais marcantes da sua história recente, afirmando-se como uma referência no desenvolvimento desportivo e na formação de jovens atletas.
Recentemente distinguido com o Estatuto de Clube Formador, o GDRAR alcança os 101 atletas nos escalões de formação — um reflexo evidente do crescimento sustentado e da qualidade do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos.

A nível regional, o clube voltou a destacar-se nas Festas do Basquetebol Juvenil, em Albufeira 2026, sendo o mais representado da Associação de Basquetebol do Alentejo, tanto em número de atletas como de treinadores.
O impacto do clube estende-se também ao ensino superior, com seis atletas e quatro elementos do staff a integrarem a equipa de basquetebol da Universidade de Évora, contribuindo para uma época histórica que culminou com a presença na final.

No plano individual, vários atletas têm levado o nome do clube mais longe, com presenças nas seleções nacionais de sub-14, sub-15 e sub-16. Entre eles, destacam-se Maria Correia, Maria Fernandes e, mais recentemente, Rita Pechincha — um sinal claro da qualidade formativa do GDRAR.
Destaque ainda para a equipa de sub-16 masculinos, que se encontra a competir no Campeonato Nacional.

Dentro de campo, os resultados acompanham esta evolução. A equipa sénior masculina garantiu a presença nos playoffs de subida à 1.ª divisão, enquanto a equipa sénior feminina, a competir na 1.ª divisão, assegurou também o apuramento para os playoffs de acesso à Liga profissional.
Apesar do crescimento sustentado e dos resultados desportivos alcançados, o GDRAR continua a enfrentar um constrangimento estrutural grave: a escassez de instalações desportivas cobertas na cidade de Évora.

Atualmente, o clube depende do apoio da Câmara Municipal de Évora, com horas atribuídas nos pavilhões das escolas André de Resende e Conde Vilalva, bem como da Universidade de Évora e da Associação Académica da Universidade de Évora, que disponibilizam o pavilhão universitário.
Ainda assim, a gestão diária dos treinos dos oito escalões do clube obriga a uma complexa articulação entre três espaços distintos, numa verdadeira “ginástica” logística que condiciona o crescimento e a qualidade do trabalho desenvolvido.

Perante esta realidade, é hoje indiscutível a necessidade urgente de dotar a cidade de um novo pavilhão desportivo. O GDRAR dispõe já de um projeto estruturado para essa infraestrutura, faltando apenas a disponibilização de um terreno que permita avançar para a sua concretização.
Fonte: Nota de Imprensa / Grupo Desportivo e Recreativo André de Resende
