OPINIÃO por João Palmeiro • Promotor e Divulgador Cultural

É fascinante ver como o poder económico da África está concentrado. De acordo com dados recentes do FMI (visualizados pelo Visual Capitalist, 2024), cinco nações – Nigéria, África do Sul, Egito, Argélia e Etiópia – respondem por quase 50% do PIB total da África.

Juntas, essas economias “Big 5” geram cerca de US$ 1,4 trilião, enquanto o restante dos 49 países do continente africano compartilham os US$ 1,4 trilião restantes.

🔹 no Ocidente A Nigéria continua a ser a maior economia da África em PIB.
🔹 A África do Sul ainda lidera no Sul, mas as projeções mostram que o Egito pode ultrapassá-la até 2027.
🔹 A Etiópia se destaca como o motor de crescimento da África Oriental, impulsionado pela rápida industrialização.
🔹 As exportações de energia da Argélia mantêm-na entre as cinco primeiras.

No entanto, este mapa também conta outra história – a de um potencial inexplorado.
O futuro da África não está apenas em suas maiores economias, mas em como as nações menores alavancam a inovação, a tecnologia e o capital humano para fechar a lacuna.

À medida que o continente cresce além de US$ 3 triliões em PIB, o desafio é garantir um crescimento inclusivo, equilibrado e sustentável – onde a prosperidade não se limite a um punhado de nações.

Edição e adaptação de João Palmeiro com Israel Odunlami

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