Os Delfins encerraram a edição deste ano do EALive Évora. O concerto do passado sábado encheu a Quinta de Valbom, com o público a mostrar que as músicas desta banda atravessam diferentes gerações.

“Aquele inverno”, “A queda de um anjo”, “Nasce selvagem” ou “A cor azul” são exemplos das canções que se fizeram ouvir nesta noite, marcada por uma energia vibrante, quer dos artistas, quer das pessoas presentes.

No final, Miguel Ângelo e Fernando Cunha estiverem à conversa com a comunicação social e falaram dos vários espetáculos que já tiveram em em Évora, mas também desta primeira vez no EALive. Recordaram ainda a sua presença há dois anos no espetáculo de Resistência.

“Tivemos um público fixe, com toda a gente a divertir-se”, disseram, referindo-se ao concerto de agora, ao mesmo tempo que lembraram que “as pessoas pagam bilhete e querem mesmo ver a banda”.

Assumiram ainda que “é bom estarmos neste festival bem estruturado e de qualidade a nível do palco, mas também das condições em que as pessoas estão a assistir ao espetáculo”.

Para os músicos, “foi bom estarmos aqui e  estarmos no ativo, não ser só uma banda nostálgica”.

Destacaram também que “trouxemos as canções da banda que toda a gente conhece e que continuam vivas”, constatando que “as canções são as grandes responsáveis por estarmos aqui”.

Antes do concerto de Delfins, foi a banda Mountain Valley que esteve no Palco Esperança, ficando assim o público a conhecer mais um novo talento do panorama musical nacional.

Para fechar a última EALive Party deste ano, o DJ Nelson Lisboa levou a música até ao pátio principal da Adega Cartuxa.

Texto: Redação DS / Marina Pardal
Fotos: Marina Pardal / David Prazeres

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