Dizia-se nos anos 60 que os portugueses que emigravam para França “a salto” só tinham “passaporte de coelho”. É o que acontece hoje com muitas pessoas à volta do mundo, que enfrentam dificuldades por não possuírem documentos de identificação oficial, o que gera desafios significativos tanto para essas pessoas quanto para as sociedades onde estão ou por onde passam nas várias correntes migratórias.

