Durante muitos anos, Portugal habituou-se a olhar para a deficiência auditiva como uma realidade silenciosa. Talvez demasiado silenciosa. Não porque as pessoas com perda auditiva não existam, não participem ou não tenham voz, mas porque o país ainda não aprendeu verdadeiramente a escutar os desafios humanos, sociais e funcionais que esta condição representa.

