A pobreza na Europa é mais do que uma estatística. É uma realidade diária para milhões que lutam para aceder a serviços essenciais e participar plenamente na sociedade.
A pobreza na Europa é mais do que uma estatística. É uma realidade diária para milhões que lutam para aceder a serviços essenciais e participar plenamente na sociedade.
De acordo com o Estudo de Gestão de Risco de Crédito em Portugal, promovido pela Crédito y Caución e pela Iberinform, 38% das empresas portuguesas iniciam ações de cobrança após o vencimento de uma fatura. Duas em cada três empresas reagem às tensões de liquidez dos seus clientes adiando o início das ações de cobrança para não deteriorem as suas relações comerciais.
A Nigéria é um daqueles países que obriga a repensar o verdadeiro significado de "mercado emergente". É um país vasto, caótico, repleto de desafios e atritos. No entanto, possui uma atração gravitacional que continua a moldar a história económica e cultural da África, ano após ano.
Em artigos anteriores, analisámos o papel central de países como a Nigéria enquanto motores económicos e hubs de inovação, e a sofisticação crescente dos mercados consumidores e da mobilidade nas cidades africanas. Contudo, ao perscrutar o futuro do continente, a verdade é que o seu destino ainda está profundamente enraizado no solo.
O volume de negócios agregado das empresas de segurança privada em Portugal atingiu os 1 210 milhões de euros em 2024, o que corresponde a um crescimento de 8,5% face ao ano anterior, de acordo com a análise setorial da Informa D&B.
O acesso a habitações a preços razoaveis na Europa tornou-se uma questão crítica e cada vez mais limitada, exigindo uma ação política coordenada e inovadora. De acordo com dados recentes do Eurobarómetro, a urgência é palpável pois 51% dos residentes urbanos na União Europeia (UE) consideram a falta de habitação a preços acessíveis um problema imediato e premente.
Durante muito tempo, a narrativa econômica da África foi dominada pela extração de commodities—petróleo na Nigéria, cobre na Zâmbia, ouro no Gana. No entanto, um movimento mais profundo e transformador está em curso, mudando o centro de gravidade do crescimento: o futuro da África é, inegavelmente, urbano.
A urbanização não é mais apenas uma tendência. É uma mudança de poder continental.
É fascinante ver como o poder económico da África está concentrado. De acordo com dados recentes do FMI (visualizados pelo Visual Capitalist, 2024), cinco nações – Nigéria, África do Sul, Egito, Argélia e Etiópia – respondem por quase 50% do PIB total da África.
O mercado empresarial português iniciou o quarto trimestre de 2025 com sinais mistos segundo dados da Iberinform. O número de empresas insolventes registou um incremento de 3,2% face ao mesmo período do ano anterior, totalizando mais 95 processos de insolvência até outubro. Só no mês de outubro foram registadas 464 insolvências, mais 55 do que em outubro de 2024, traduzindo-se num aumento de 13%.