A exposição “Mundo fora”, do fotógrafo Rui Fiolhais leva a Castelo de Vide um extenso retrato da relação humana com a arte urbana. As fotografias foram captadas ao longo de mais de uma década de visitas a inúmeros polos de street art localizados em mais de 40 países espalhados por todo o mundo.

A exposição é promovida pela Fundação Nossa Senhora da Esperança e terá lugar, entre 18 de maio e 18 de julho de 2024, no seu Centro de Arte e Cultura em Castelo de Vide.

A mostra ocupará a respetiva galeria de arte e a nave central do Convento de São Francisco. Com curadoria de Filomena Cunha e sonoplastia de Miguel d’Oliveira, o evento contará ainda com ações de animação de rua na sua inauguração.

As imagens expostas integram uma proposta estética original, através de um percurso em que os visitantes são convidados a entrar – atravessando para o outro lado do espelho – numa realidade multimédia com projeções musicais e cenográficas que proporcionam uma envolvente deslumbrante.

Esta mostra, integrada no rico contexto arquitetónico do local onde se insere, oferece aos visitantes, através de um multiplicador jogo de espelhos e de perspetivas, uma imersiva viagem virtual pelo contexto da arte urbana pelo mundo, em que o espetador pode captar, de modo íntimo, ao atravessar o percurso expositivo repartido em três momentos, num ritmo em crescendo, aproximações criativas e inesperadas que invadem o espaço público das cidades.

Rui Fiolhais é um fotógrafo apostado na fotografia de rua, arquitetura e arte urbana. Com residência em Marvão, Lisboa e Luxemburgo, tem dedicado o seu olhar fotográfico à captação da relação humana com as diversas expressões da arte urbana, através de inúmeras deslocações pela Europa, África Ocidental, Ásia e Américas. Partilha regularmente as suas produções em redes de fotografia à escala mundial, onde têm merecido diversos prémios e distinções.

O Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança apresenta uma programação regular, assente no diálogo com o território. A sua missão é proporcionar ao público a possibilidade de acesso universal a objetos artísticos transversais às várias áreas da criação, bem como promover o desenvolvimento de novos projetos. O foco é colocado no apoio ao desenvolvimento humano, social e económico, através de programas de educação pela arte e interação transgeracional.

Fonte: Nota de Imprensa / Centro de Arte e Cultura

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