“Promover uma maior articulação entre os vários instrumentos de política pública, visando práticas territoriais integradas” foi um dos objetivos do Fórum da Inclusão nos Territórios, que decorreu na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, na passada quarta-feira.

A iniciativa partiu do “Ministério da Coesão Territorial (MCT), em conjunto com várias áreas governativas, nomeadamente da Cultura, da Educação, do Ensino Superior, da Saúde, das Migrações e da Inclusão”, explicou a CCDR do Alentejo, referindo que “consideram importante promover uma visão integrada do território fazendo chegar às várias regiões as suas estratégias de inclusão, nomeadamente temas que poderão ser apoiados no âmbito dos instrumentos territoriais integrados CIM”.

De salientar que a sessão contou com a participação dos secretários de Estado da Educação, António Leite; da Inclusão, Ana Sofia Antunes; e do Desenvolvimento Regional, Isabel Ferreira.

De acordo com a nota de imprensa da CCDR do Alentejo, “os painéis do seminário abordaram as questões da inclusão ativa de grupos vulneráveis, contando com a participação e contributos de representantes dos programas nacionais e responsáveis regionais, no âmbito das temáticas em causa”.

A mesma fonte destacou que “pretendeu-se também partilhar oportunidades de articulação estratégica e de financiamento por parte dos principais programas”, reiterando que “perspetivar as políticas públicas de forma integrada, parece-nos essencial, para juntos, contribuirmos para um território mais coeso”.

À margem do fórum, Carmen Carvalheira, vice-presidente da CCDR do Alentejo, disse aos jornalistas que, “durante a parte da manhã, foi feita a apresentação de todos os fundos que de alguma forma ligam com a inclusão”, constatando que, “hoje em dia, cada vez mais tudo liga com tudo, sendo este um tema muito transversal”.

Acrescentou ainda que “estão muitas áreas presentes e a prova disso foi a participação de três secretários de Estado na abertura”, considerando que “também mostra o empenho que a tutela tem em todo este processo para que haja uma boa aplicação dos fundos que estão disponíveis “.

Segundo Carmen Carvalheira, “estas sessões foram propostas a todas as CCDR e do nosso lado houve uma proposta para que durante a parte da tarde pudéssemos ouvir os agentes da região”.

A esse respeito, esclareceu que “a mesa redonda teve como objetivo que consigamos transpor daquilo que é apresentado de forma genérica para o país o mais importante para a região, para que se consiga identificar onde é que estão os focos das necessidades do nosso território e para que este dinheiro possa ser o melhor aplicado possível”.

A vice-presidente da CCDR do Alentejo focou que “esteve cá a saúde, a educação, emprego, segurança social ou as CIM, numa estratégia alinhada com o Programa Regional 2030”, reiterando que “é importante que consigam transpor para os planos regionais de ação cada uma destas necessidades identificadas”.

Autor: Redação DS / Marina Pardal
Fotos: DS

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