5ª edição do Artes à Rua decorreu entre os dias 5 e 10 de setembro, em Évora, e contou com mais de 8000 espectadores e participantes nas mais diversas atividades que percorreram as ruas de Évora.

Foram mais de 280 artistas e convidados, oriundos de 11 regiões do mundo: Afeganistão, Angola, Argentina, Brasil, Cabo Verde, Espanha – Galiza e País Basco, Guiné-Bissau, Mali, Moçambique e Portugal, e que deram vida a 26 espetáculos de várias áreas culturais que vão desde a música, ao teatro, dança, performance e novo circo. 38 momentos únicos com dois temas centrais como fio condutor: “A descolonização do pensamento” “A igualdade de género”.

O último dia do festival, neste domingo foi dos mais participados, começando logo cedo com a Oficina Musical para famílias com a artista Adenilda Munguambe.

O podcast da tarde dedicado ao papel dos festivais na transformação da vida, que fez a ponte com Évora 2027, apresentou uma discussão de painel bastante variada, com convidados tão distintos quanto, José Luís PeixotoAna JaraVítor Belanciano e Rui Miguel Abreu, que encheu a sala do Palácio Dom Manuel.

O espectáculo São Jorge Batido, de Jonas, esgotou a lotação do Teatro Garcia de Resende, aquecendo o ambiente e os espectadores para a sessão dupla de concertos na Arena d’Évora, que encerrou a programação durante a noite, com a apresentação de Monda e fechando em ritmo de dança com Ghorwane.

Para o diretor artístico do festival Artes à Rua, Luis Garcia, nesta quinta edição: “O festival vestiu muitas peles de muitas cores, mostrando que os nossos corpos são uma pátria comum, ligada pela música, pelas artes, pelas culturas dos povos”, assumindo o regresso de mais uma edição em Évora no Verão de 2024.

Já para o Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, presente no encerramento desta noite, o balanço é bastante positivo: “Antes demais, o festival é claramente um cruzamento de culturas, um cruzamento de criadores, de artistas, e de interacção com a população; e sobretudo a perspectiva para o futuro, para que estes vários artistas que vêm de diferentes pontos, de diferentes países, possam voltar a cooperar, com vista a Évora 2027, que é o que pretendemos. Ir construindo a capital europeia da cultura com todos e com expressões culturais muito diversas, que possam naturalmente interligar-se com o que é nosso, com a nossa cultura e com a nossa identidade”.

O Festival é uma iniciativa da Câmara Municipal de Évora, Cidade Capital Europeia da Cultura em 2027. 

Fonte: Nota de Imprensa / Artes à Rua

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Veja também

MUSEU DA LUZ | EXPOSIÇÃO Petricor

O Museu da Luz, localizado na Aldeia da Luz, em Mourão, vai inaugurar a exposição “Petrico…