Jogo da Glória, Monopoly ou Xadrez são jogos de tabuleiro intemporais que atravessam gerações. Mas, hoje em dia, são muitas e diversificadas as opções neste campo, em que encontramos verdadeiras obras de arte.

Para mostrar alguns dos trabalhos de ilustração que estão na base dos jogos de tabuleiro modernos, a “Para Além do Digital – Associação Cultural e de Desenvolvimento (PAD)” apresenta, na Galeria do INATEL, em Évora, uma exposição sobre este tema.

A mostra “Ilustração de Jogos de Tabuleiro” pode ser visitada até ao dia 15 deste mês, contando com o apoio da Direção Regional de Cultura do Alentejo, Fundação INATEL, B de Brincar e Biblioteca Pública de Évora.

Segundo a PAD, “um jogo de mesa pode ser muito mais do que um conjunto de peças e regras numa caixa”, realçando que “pode ser um meio de nos fazer sonhar ou um instrumento para nos envolver em aventuras em mundos reais ou imaginários”.

A par disso, a mesma fonte descreve os jogos de tabuleiro como “um pretexto para criar memórias com pessoas de quem gostamos, um desafio ou um objeto de coleção, ao mesmo tempo que também pode ser um suporte para a arte”.

Durante a inauguração da exposição, no passado sábado, Carlos Ramos, presidente da Direção da PAD, contou ao Diário do Sul (DS) alguns pormenores sobre a iniciativa, bem como sobre a própria associação.

Um dos aspetos que destacou foi que “nesta mostra são apresentadas obras de 15 ilustradores, repartidas por cerca de 60 molduras”. De acordo com Carlos Ramos, “temos ilustradores de vários países, incluindo de Portugal”, especificando ainda que “há obras dos ilustradores mais conceituados em todo o mundo, como The Miko (Macedónia do Norte), Vincent Dutrait (França) ou Klemens Franz (Áustria)”.

A inauguração contou com a presença de João Quintela Martins, autor do jogo “Évora”, cujas ilustrações do italiano Matteo Piana também estão expostas. Podemos ainda conhecer as ilustrações do jogo “Bot Factory” (do espanhol Pedro Soto), do qual João Quintela Martins também é autor, em conjunto com Vital Lacerda.

Em declarações ao DS, João Quintela Martins confessou que “é fantástico ver finalizado o trabalho que vi nascer porque vou acompanhando e validando os esboços ao longo do processo de ilustração”.

Na edição de hoje do jornal Diário do Sul pode ler esta notícia na íntegra.

Texto: Redação DS / Marina Pardal
Fotos: DS

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