A partir do dia 7 de novembro, o Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, apresenta “Do Inesgotável” de Pedro Calhau, uma seleção de trabalhos de desenho, pintura, escultura, gravura, fotografia e instalação, texto e imagem, sugestiva e representativa da obra do artista eborense, que se destaca por dar a conhecer uma dinâmica relacional, mas também por ativar e questionar o processo criativo que simultaneamente une e liberta.

Caracterizada por evidenciar um conjunto de conceitos e de ideias que atravessam a obra de Pedro Calhau, como a imaginação, a associação livre e a montagem, na exposição “Do Inesgotável” é possível reconhecer uma generosa e insaciável curiosidade mas também uma simplicidade que, não sendo totalmente inocente, é profundamente espontânea e instintiva. Esta afirma-se na prática artística, enquanto ato (des)comprometido de expressão e comunicação, necessidade, direito e liberdade.

“Pensámos e desenhámos este projeto como uma travessia possível por um conjunto de trabalhos que reclama um olhar abrangente, tão experimental quanto crítico, que permita ensaiar ideias e traçar coordenadas que estimulem a participação ativa do visitante”, afirma a curadora, Mariana Marin Gaspar. Também a investigadora Maria do Mar Fazenda, explica “Partimos da premissa de que os artistas partilham formas de ler o mundo, no caso de Pedro Calhau esta leitura cruza e monta modos de fazer mundos, excedendo as disciplinas e o conhecimento estabilizado. E esta experimentação é fundamental que (nos) aconteça”.

Com entrada gratuita, o horário de funcionamento do Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida é compreendido entre as 10h00 – 13h00 e as 14h00 – 18h00, de terça-feira a domingo. É também possível fazer visitas guiadas em grupos entre cinco a dez pessoas, mediante inscrição prévia, através do e-mail [email protected] ou do contacto telefónico 266 748 350.

A exposição “Do Inesgotável” de Pedro Calhau tem a parceria do MEIAC Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, da Fundação Carmona e Costa, do Museu de Lisboa e da Antena 2.

Fonte: Fundação Eugénio de Almeida / Nota de imprensa

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