“Até ao final do mês de agosto e início de setembro, e apesar de quatro baixas de médicas pediatras , foi possível garantir o funcionamento da Urgência Pediátrica do HESE. Todavia, com a rescisão de contrato por parte de três profissionais, durante o mês de agosto, com efeitos a 1 de setembro, tornou-se muito difícil a captação de pediatras para substituir aqueles profissionais”, afirma em comunicado o HESE.

De acordo com este hospital, face a esta situação, o HESE aplicou todos os esforços no sentido de contratar pediatras para substituir aqueles profissionais, no entanto, sem sucesso, até ao momento.

Contrariamente ao que foi divulgado durante o dia de ontem, o Serviço Nacional de Saúde garantirá o atendimento sem necessidade de deslocação dos utentes e seus familiares para os hospitais da região de Lisboa, a não ser nos casos em que atualmente já acontece.

O Conselho de Administração garante que vai desenvolver as diligências no sentido de encontrar especialistas de pediatria que queiram, em contrato individual de trabalho, mobilidade ou prestação de serviços, prestar serviço de Urgência no HESE, até ao regresso dos pediatras que se encontram de baixa.

Fonte: Hospital do Espírito Santo de Évora / Nota de Imprensa

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